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Canjica

 

Ao ouvir aquele alô ao telefone, já pude perceber sua alegria.

A razão era singela, como o são, na essência, todas as grandes felicidades.

Fizera canjica!

E me contava, generosamente, todos os detalhes; de como havia ficado uma delícia, de como seu marido havia gostado; de como, enfim, já se virava tão bem na cozinha, a ponto de preparar até canjica, como se isso fosse a coisa mais difícil do mundo!

Seu entusiasmo me contagiou.

Perguntei-lhe se havia acrescentado canela e leite de coco à receita, como fazia minha avó, quando eu era criança.

Ela me respondeu que canela, sim,  mas que nem sabia que poderia levar leite de coco.

E  acrescentou, confiante,  que, da próxima vez, iria experimentar essa nova versão.

Desligamos amorosamente, como sempre.

Minha filha toda feliz, do lado de lá, e eu, sozinha e cheia de saudade, de mim e de todos, do lado de cá.

Foi então que me dei conta de que, para acalentar meu coração, eu não precisava mais do que um prato de canjica...



Escrito por Izilda às 17h47
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