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Reencontro...

Há quanto tempo eu não via o sol nascer por trás das montanhas?

Há quanto tempo não sentia o perfume do ar, refrescando minhas narinas?

Há quanto tempo não me lembrava que o céu é tão azul?

Há quanto tempo não topava com vacas e galinhas soltas pelos campos verdes?

Há quanto tempo não ouvia música de passarinhos?

Há quanto tempo não caminhava sem pressa por entre borboletas?

Há quanto tempo eu não me via, nem me sentia?

 

 



Escrito por Izilda às 20h33
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Trajetória...

Os dias seguiam-se velozes  e ela se via totalmente  embolada na roda do tempo.

Era impossível pretender detê-lo.

Resoluto e misterioso, arrastava-a por caminhos sempre novos, sempre desconhecidos...algumas vezes temerários, outras vezes belos e até seguros, mas, ainda assim, sempre por inaugurar, com todo o sofrimento da estréia.

Nenhum segundo era igual ao outro e, mesmo parada, dormindo, ou negando-se a prosseguir, sabia-se em constante movimento.

Demorou muito para entender que era assim e pronto.

Porém, o mero vislumbre dessa compreensão, já foi bastante para lhe amaciar os passos.

E quando, enfim, optou por entregar-se sem reservas à vida, sentiu que ganhava asas de borboleta...

 



Escrito por Izilda às 11h11
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